Nesta terça-feira, 14 de setembro do ano de 2010 do Nosso Senhor Jesus Cristo, a revista SportLife premiou o atleta brasileiro da década.
A cerimônia, que não tem a mínima relevância para a cena esportiva, acontece anualmente e, além de premiar atletas, elege as melhores marcas do ano nos esportes.
Não precisamos dizer que o evento em si é uma tremenda palhaçada, uma forma que a revista encontra de capitalizar recursos através de propaganda em forma de premiação.
Enfim, o cerne da questão foi a escolha para melhores atletas da década (da década!). E os vencedores, pasmem, foram Cesar Cielo e Maurren Maggi!
Inconformado, saio deste hiato de quase 2 anos sem dar as caras por aqui para externar minha total indignação.
Repassando os últimos 10 anos, e estudando com afinco a trajetória de cada desportista brasileiro, acompanhando seu desempenho nas competições e assistindo VTs dos Jogos Olímpicos, tenho a honra de apresentar abaixo os ganhadores do Troféu Defecando Pensamentos de Melhor Atleta da Década:
Melhora Atleta Feminino: Bruna Surfistinha

Nascida no interior de São Paulo, esta atleta de renome internacional começou cedo na vida esportiva: com 14 anos já era campeã em salto-na-vara na sua cidade natal. Mas isso era pouco para ela. Sem concorrentes nas competições regionais, mudou-se para a capital, com o objetivo de realizar um feito antes nunca alcançado por alguém de sua idade: ser campeã olímpica no pentatlo moderno.
Treinando com afinco dia e noite (mais noite do que dia), Bruna Surfistinha logo destacou-se nas piscinas, quebrando diversos recordes no nado kréu. Segundo os anais da Federação Sul-Americana de Natação, Surfistinha deu mais de 50 kréus em apenas um dia de trabalho, digo, treinamento!
E não parou por aí! Bruna Surfistinha também aperfeiçoou-se nas técnicas da esgrima-com-consolo, squirting em distância e hipismo, tornando-se uma atleta completa, pronta para brilhar nas Olimpíadas. E em 2004 veio a recompensa: Bruna trouxe mais um ouro para o Brasil, tornando-se referência mundial no pentatlo moderno.
Em 2005, após merecido descanso, Bruna Surfistinha lançou-se na carreira de escritora, publicando seu primeiro livro, onde conta sua triste, porém grandiosa trajetória, de menina pobre do interior de São Paulo à ídolo da nação brasileira.
Melhor Atleta Masculino: Edinanci Silva

A vida de Edinanci Silva foi marcante. Proveniente de uma família humilde de Campina Grande, Paraíba, Edinanci sofreu desde cedo preconceito: seu pai, cabra-macho, o considerava efeminado. Mais tarde, as mesmas insinuações passaram a ser feitas pelos seus colegas da escola e do bairro.
Inconformado, e tentando resgatar o amor e o orgulho do pai, Edinanci começou a praticar o judô, com o objetivo de se tornar um adolescente viril e carrancudo.
Entretanto, seus treinadores não perceberam que Edinanci, na verdade, era um homem, e logo na primeira competição inscreverem-no para lutar contra outras meninas da sua idade.
É engraçado como a vida nos prega peças! Edinanci, como era de se esperar, teve vitória fácil em cima de suas adversárias. E gostou disso! Escondendo de todos sua verdadeira sexualidade, Edinanci voltou a competir na modalidade feminina, sempre invicto.
Ofuscado pelo sucesso que as vitórias sem esforço lhe traziam, Edinanci mudou-se para São Paulo com o objetivo de aperfeiçoar suas técnicas e se tornar um medalhista Olímpico. E teve êxito.
Porém, o destino é inexorável. A farsa de Edinanci foi descoberta, quando este estava no auge da sua carreira como judoca, e tudo foi por água abaixo.
Mas Edinanci deu a volta por cima! Assumindo seu erro e declarando publicamente que, na verdade, era homem, Edinanci dedicou-se à sua segunda paixão: o futebol.
Voltando às origens, Edinanci começou a treinar no time de sua cidade natal, o Campinese. Lá sua carreira despontou, sendo transferido para o Santos, São Paulo, Grêmio, Hertha Berlin, Woflsburg e Flamengo, dentre outros, lhe rendendo ainda, uma convocação para a Seleção Brasileira.
Hoje, Edinanci é oficial da Marinha e futebolista do Sport Clube do Recife. Um verdadeira exemplo a ser seguido.


A orgia estava armada, o fenômeno estava à mil! Mal esperava para chegar no quarto e passar o salame naquelas “mulheres” maravilhosas.
O Fenômeno desmentiu a história toda contada pelos travestis. Disse que foi vítima de uma grande armação, que foi tudo forjado pela torcida gay Young-Flu, que temia pela ida do craque ao Flamengo.


Depois de forjar uma contratação pela Confederação Sul-Africana de Futebol para ser técnico de sua seleção, o técnico Joel Santana, diz que houveram falhas de comunicação.











